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ZGB Start: Jogo de mundo aberto de ex-chefão da Rockstar e da Crytek está em andamento / Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games

Jogo de mundo aberto de ex-chefão da Rockstar e da Crytek está em andamento

Jogo de mundo aberto de ex-chefão da Rockstar e da Crytek está em andamento
Leslie Benzies é o ex-presidente da Rockstar North. Kristoffer Waardahl era o chefão da divisão Crytek Hungary. E o que eles têm em comum? Ambos estão trabalhando no mesmo projeto: um jogo de mundo aberto que mistura GTA com Second Life, chamado Everywhere, que está sendo desenvolvido por muitas mentes criativas e com experiências em títulos AAA.
No total, três estúdios estão trabalhando para o game ver a luz do dia. Ainda não há detalhes sobre o jogo, mas há inspirações de todos os lados. Porém, a premissa básica é o seguinte: entregar um mundo aberto que dê total e completa liberdade ao jogador fazer o que quiser, oferecendo muitos modos de jogo e variedade de jogatina.
Jogo de mundo aberto de ex-chefão da Rockstar e da Crytek está em andamentoA temática é bem parecida com GTA, mas com ainda mais liberdade
“O objetivo é entregar uma quantidade enorme de liberdade, com possibilidades suficientes para manter o jogador entretido constantemente e, ao mesmo tempo, parecer que ele dá formato ao mundo em que joga, dando uma impressão genuína de uma realidade alternativa”, explicou Matthew Smith, outro desenvolvedor que trabalhou na séria GTA.
Apesar de se parecer muito com a ideia de Grand Theft Auto, Leslie Benzies diz que o tom é bem diferente. Desenvolvedores especialistas em realidade aumentada e realidade virtual também estão no projeto, algo que pode sugerir que novas tecnologias serão implementadas em Everywhere. O título ainda não tem data de lançamento nem plataformas definidas.
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Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games

Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games
Após anos de espera, adiamentos, imagens, entrevistas e inúmeros vídeos, estamos, enfim, no mês de lançamento de Horizon: Zero Dawn, que pode representar o suprassumo da Guerrilla Games em sua exímia capacidade de transitar gêneros diferentes e também ser um dos exclusivos mais importantes do PS4.
A Sony e a desenvolvedora têm sido generosas com as informações. Trailers não faltam para justificar o hype que o jogo sustenta nessas últimas semanas; materiais que contaram um pouco sobre a história de Aloy; histórias que apresentaram o berço da heroína e o ambiente que a norteia; relatos sobre o mundo de jogo, que mescla pré-história com robôs colossais; e muito além.
Para saber mais sobre esses e outros detalhes, o TecMundo Games teve a oportunidade de participar de um bate-papo com o diretor-geral da Guerrilla, Herman Hulst, que dissecou, com muita lucidez, os pormenores que todos os fãs de mundo aberto podem esperar de um autêntico jogo do gênero – um título que, na verdade, tem potencial de entregar um novo ícone à marca PlayStation: a protagonista Aloy. E talento feminino não faltou na equipe de desenvolvimento.
Temos mais de 200 pessoas em nossa equipe de desenvolvimento e muitas mulheres trabalhando em núcleos principais de produção
O tempo de desenvolvimento de Horizon é um ponto que merece ser destacado: a ideia foi concebida em 2011. Sim, seis anos atrás! “Crescemos muito ao longo desse período e amadurecemos. Hoje, temos mais de 200 pessoas e muitas mulheres trabalhando em núcleos principais de produção”, contou o diretor.
Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games

De shooter para mundo aberto: como faz?

Naturalmente, o panteão do estúdio sentiu a necessidade de contratar novos profissionais para compor uma equipe que, essencialmente, trabalhava com a fórmula de shooters. “Tivemos de contratar uma equipe de quest design porque não havia essa característica nos Killzones”, explicou a nós. “É um sistema diferente, desafiador. Encaramos isso com gosto”, completou.
Os esboços iniciais, na verdade, foram iniciados no final de 2010. “Muitas cosas mudaram desde o começo, mas os pilares principais foram mantidos”, se antecipou o executivo, endossando que “fãs e novatos” são o público-alvo da desenvolvedora.
Se Aloy pode se transformar num ícone no nível de Kratos ou Nathan Drake? Só os jogadores podem decidir isso
Perguntado sobre a possibilidade de explorar a heroína como uma espécie de novo ícone da marca PlayStation, ao estilo mascote mesmo, Hulst foi enfático: “Só os jogadores podem decidir isso. Seria arrogância nossa afirmar algo nesse sentido. Acho que eles vão conhecer a personagem, vão explorar o que o jogo tem, vão sentir a atmosfera da história e do mundo”, respondeu humildemente.
Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games

E os 100%? O mundo é aberto mesmo ou separado por seções?

Pergunta tentadora para quem gosta de divagar e dissecar mundos abertos. A resposta à segunda pergunta é sim, o mundo é completamente aberto, você pode ir e vir quando bem entender. Apenas a porção inicial do jogo requer que você circule em uma determinada área do mapa, menor e mais fechada, que se chama “The Embrace”, o berço da heroína, e serve como introdução ao mundo de jogo.
“Uma vez nele, é todo seu. Funciona como qualquer outro mundo aberto, você pode ir e vir, há muitas atividades secundárias e itens para coletar”, adiantou o diretor, para depois aliviar os que adoram gastar centenas de horas num único jogo: “Quer fazer os 100%? Bem, boa sorte com isso”, respondeu aos risos.
Ninguém ficará para trás. O jogo foi pensado para o PS4 original, nem existia o Pro quando Horizon estava sendo desenvolvido. (...) Eu diria que a versão do Pro é mais para os entusiastas de gráficos
O executivo também tratou de tranquilizar os jogadores que eventualmente estiverem preocupados com o desempenho do jogo no PS4 tradicional. Não há nem nunca houve qualquer tipo de downgrade. “Nenhum jogador ficará para trás. O jogo foi pensado para o PS4 original, nem existia o Pro quando Horizon estava sendo desenvolvido. Sim, claro que há um plus. Eu diria que a versão do Pro é mais para os entusiastas de gráficos, para quem busca esse detalhe adicional. Mas o jogo é consistente em qualquer modelo [do PS4]”, explicou.
Quer fazer 100% em Horizon Zero Dawn? “Boa sorte”, diz diretor ao Tec Games

E o PlayStation VR?

“Gostamos da ideia e da tecnologia, mas não, não foi o foco do projeto. Não pensamos em realidade virtual para Horizon por enquanto”, respondeu o diretor quando perguntado sobre essa possibilidade.
Refletindo sobre a questão colocada, seria interessante – e até ambicioso – caçar dinossauros robóticos em realidade virtual, mas isso, de fato, requer um outro escopo, que certamente enfraqueceria a imersão imaginada pelos criadores desde o começo, lá atrás, há quase 7 anos.

Quase lá!

O ZZZGamesBR está com o terreno preparado para analisar Horizon: Zero Dawn assim que o game chegar às nossas mãos. O lançamento está agendado para o dia 28 deste mês. No Brasil, a aventura de Aloy chegará totalmente em português ao preço sugerido de R$ 199. Deixe suas expectativas na seção destinada aos comentários, aqui embaixo.
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