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ZGB Start: Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimas / Adeus, discos? NX deve apostar nos cartuchos para seus games [rumor] / BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4 / Pokémon Sun & Moon: conheça o novo Rattata e um Snorlax 'turbinado'

Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimas

Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimas
Uma das presenças mais importantes no estande da Sony na BGS 2016The Last Guardian não está acessível em formato jogável, e sim numa apresentação a portas fechadas, em gameplay conduzido por um profissional ligado à Sony e à equipe de Fumito Ueda. O TecMundo Games conferiu um trecho dos primeiros 40 minutos dessa poesia virtual para constatar se, após quase uma década de espera, a experiência vai valer a pena – não vá com sede ao pote, caro padawan.
Primeiramente,  há que se ressaltar a disparidade dos padrões da indústria de games 10 anos atrás, quando o jogo foi anunciado (quase 10, pois isso aconteceu em 2007), e os modelos empregados atualmente. Quesitos como gameplay e visual, por exemplo, têm suma importância, ora em detrimento da história, ora em complemento a ela.
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A grande questão é a seguinte: será que The Last Guardian, se lançado dentro de seu cronograma original, há 5 ou 6 anos atrás, não seria observado com menos, digamos, desconfiança? Afinal de contas, a reação da comunidade foi inegável com a reapresentação triunfal do game na E3 2015: tecnicamente limitado, um jogo da geração passada, com texturas lavadas, problemas com frame rate, pelagem mais tímida do felino voador, ondulação da água e reflexos menos reluzentes, mas, como se nada disso importasse, uma linda história com licença poética – talvez, até hoje, capaz de arrancar lágrimas dos barbudos e veteranas que, outrora, choraram com Ico e Shadow of the Colossus.
Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimasThe Last Guardian na BGS 2016

O peculiar elo entre uma criança e uma criatura imponente, mas boazinha

No início da apresentação, diversos slides revelaram imagens conceituais pensadas pela equipe para que ela alcançasse a versão final de Trico, uma mistura de felino com grifo. Dragões, espécies aquáticas exóticas e diversos outros animais mitológicos serviram como base de inspiração para o time de Fumito Ueda.
A criança acorda num lugar estranho, em ruínas inspiradas nas civilizações maia, asteca e inca. Ao lado dela, uma enorme criatura branco-acinzentada, com nuances de preto, focinho de cachorro, movimentação de felino e asinhas dragonídeas, adormece ferida. Há lanças espalhadas por vários pontos do corpo do animal, a pelagem ensanguentada. O jovem rapaz, agora ao controle do jogador, deve arrancar essas esticas, o que causa dor no bichano, mas também o salva.
Trico, o nome da criatura, tem olhos que mudam de cor. Isso pode representar alguma situação ou sentimento do animal; pupilas vermelhas, por exemplo, indicam perigo, enquanto amarelas apontam para algo que requer atenção. As cores preta e cinza, aparentemente, representam neutralidade. A partir daí, as interações entre homem (aqui, no sentido de "humano") e animal começam a se desenrolar de maneira didática, progressiva – afinal de contas, sabemos que confiança é algo que se constrói com o tempo.
Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimasA confiança entre os dois acontece lentamente
Um ajuda o outro para avançar. A criatura dá suporte ao moleque a fim de que ele alcance um ponto alto, por exemplo, inclusive para buscar alimentos ao seu "bichinho" de estimação – que são barris azuis brilhantes. A movimentação do animal é ótima; ele tem aquele típico gingado dos felinos e a imponência de um grifo ou dragão. Ninguém dá o passo sozinho. Se em Shadow of the Colossus tínhamos de caçar espécies titânicas, em The Last Guardian devemos cuidar de uma – e esse contraste é muito interessante para aproveitar o que há de melhor em Ico e em Shadow of the Colossus. A escalada do garoto na pelagem do animal é bem parecida com o que você fazia nas criaturas gigantes, aliás.

Emoção vs. razão: as limitações técnicas

Se por um lado The Last Guardian tem um forte apelo emocional, assim como seus dois antecessores, por outro o jogo, inegavelmente, peca em quesitos técnicos. Por mais que estejamos todos ansiosos por essa jornada poética, não há como tapar os olhos diante de aspectos que, atualmente, são tão importantes na indústria.
Gráficos e gameplay, por exemplo, são cruciais. E daí nascem duas vertentes dos gostos diferentes que cada jogador tem: há quem ligue para isso e há quem não dê a mínima. E há, na verdade, um terceiro grupo: aquele que analisa as duas coisas (história e primor técnico). Aqueles que acham interessante combinar os dois elementos.
Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimasO visual tem estilo artístico próprio, mas não é um primor técnico
Infelizmente, The Last Guardian não tem primor técnico. Há quedas constantes na taxa de quadros por segundo, que oscila entre 20 e 30 fps, bem como texturas nitidamente defasadas; a pelagem do animal, por exemplo, apesar de cumprir seu papel, não tem tantas camadas e não se movimenta com a mesma naturalidade que o gingado do bicho. A estética, apesar de seguir um estilo artístico, é, basicamente, parecida com a de Shadow of the Colossus – de um ponto de vista conceitual, é claro, considerando a época de lançamento de cada jogo.
The Last Guardian não aposta, definitivamente, em elementos muito racionais. Ele prefere se resguardar na emoção, confiar nos mesmos aspectos que ajudaram a construir sua fama – empurrada pelo inquestionável talento poético de Fumito Ueda
O que temos, basicamente, é um título da geração passada. Pouco foi modificado em comparação ao que vimos no passado, e isso deve, sim, ser ressalvado. A água não sai do básico. Há poucas ondulações e reflexos que não reluzem como deveriam. As texturas de alguns ambientes internos, como cavernas, são simples demais, "retas", com paleta de cores limitada, sem detalhes em protuberâncias, rochedos e afins. Coisas que costumam adornar os jogos atuais.

10 anos de espera: vai vingar?

The Last Guardian não aposta, definitivamente, em elementos muito racionais. Ele prefere se resguardar na emoção, confiar nos mesmos aspectos que ajudaram a construir sua fama – empurrada pelo inquestionável talento poético de Fumito Ueda – e, assim, buscar a redenção pelos quase 10 anos de espera.
Last Guardian: tecnicamente limitado, mas ainda capaz de arrancar lágrimasQuase 10 anos depois, enfim, eis The Last Guardian - vai vingar?
Apesar da evolução no gameplay, ele permanece limitado em cima de todos os quesitos supracitados. O moleque também tem uma espécie de escudo que lança raios para destruir obstáculos e conseguir avançar, e os ambientes são razoavelmente exploráveis. A movimentação do garoto é estranha: ele parece "saltitar" enquanto caminha. Há bugs aqui e acolá, mas nada que valha ser notado com veemência.
Enfim, The Last Guardian certamente tem potencial para atingir nossos corações enquanto estivermos pensando exclusivamente com eles na hora de jogar, mas, ao racionalizar mais friamente, a experiência pode gerar alguma defasagem – visível aos olhos de alguns e nem percebida por outros. De qualquer forma, o jogo é uma forte aposta da Sony em seu portfólio de exclusivos de 2016 e tem, indubitavelmente, suma importância.
Fotos e filmagens estavam terminantemente proibidos na exibição do conteúdo que conferimos. O TecMundo Games segue com a cobertura completa da Brasil Game Show 2016 durante todos os dias do evento. Agora é a sua vez: como estão suas expectativas para The Last Guardian? Conte na seção destinada aos comentários, logo adiante. O game será lançado no dia 25 de outubro deste ano para PlayStation 4.
FONTE(S)

Elenco do desenho vai dublar South Park: A Fenda que Abunda Força em PT-BR!

Elenco do desenho vai dublar South Park: A Fenda que Abunda Força em PT-BR!
guindo a tradição, a Ubisoft realizou uma coletiva de imprensa na Brasil Game Show 2016 – em seu próprio palco, aberto a todos, aliás – para reforçar seu line-up de jogos e reafirmar o compromisso com o Brasil. De todos os títulos do portfólio da companhia, South Park: A Fenda que Abunda Força é, sem dúvida alguma, o mais hilário – e agora com todo o palavreado clássico em português brasileiro!
A informação já estava praticamente confirmada após o anúncio da tradução do nome do jogo, feito que raramente acontece. O título original é "The Fractured but Whole". No entanto, sempre que perguntada sobre o assunto, a Ubisoft se esquivava. Agora é oficial: o novo RPG de Cartman e companhia terá as mesmas vozes do elenco que dubla o desenho por aqui (e que faz um trabalho excepcional, diga-se).
"Estamos orgulhosos em anunciar que South Park: A Fenda que Abunda Força terá as mesmas vozes do desenho no Brasil. O primeiro [The Stick of Truth] veio somente com textos, e agora localizamos o novo por completo", endossou Bertrand Chaverot, diretor de operações da Ubisoft para a América Latina, durante o pronunciamento.

Quer ter um gostinho do que está por vir? Confira esses bocas-sujas aqui

Quem assiste South Park sabe bem que a dublagem brasileira do desenho é, sem dúvida alguma, louvável – mais até do que a norte-americana (MUITO mais, na verdade). Os palavrões típicos do nosso dia a dia de linguajar rústico entre amigos, como "ca*alho", "merd*nha", "por*a" e "c*", são absolutamente naturais entre os bocas-sujas da animação.
O vídeo abaixo (que contém linguajar escatológico, naturalmente, isto é, cheio de palavrões, mas fica o aviso) faz uma compilação de alguns dos melhores momentos da nossa dublagem de South Park, lotada de adaptações, inspirações e boas referências. 
Curtiu? É só colocar essa escala inteira num jogo, que deve durar, mais ou menos, umas 30 horinhas. É a experiência suprema de South Park num produto de video game. O jogo será lançado no dia 6 de dezembro deste ano para PlayStation 4, Xbox One e PC.
TecMundo Games segue com a cobertura completa da Brasil Game Show 2016 durante todos os dias da feira. Conte para nós: você é fã de South Park? A seção de comentários está logo aqui, bem embaixo, para você participar dessa zoeira sem fim.

Adeus, discos? NX deve apostar nos cartuchos para seus games [rumor]

Adeus, discos? NX deve apostar nos cartuchos para seus games [rumor]
Um novo relatório trazido pelo The Wall Street Journal revelou notícias animadoras para quem está cansados das mídias em disco. Segundo eles, a Nintendo está planejando que seu NX utilize cartuchos, e não Blu-Rays, DVDs ou mídias proprietárias, para seus jogos.
Para muitos, a decisão pode ser um tanto curiosa. Mas, para começar, ela se encaixa bem nos rumores recentes de que o aparelho será apenas um “3DS turbinado”, já que até hoje só tivemos uma tentativa de usar discos nos portáteis. Mesmo se o NX for um console completo, porém, a escolha de abandonar opções como Blu-Rays e discos seria mais do que acertada.
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Cartuchos: a melhor escolha para o mercado atual?

O motivo para isso é simples: os avanços nas memórias flash dos últimos anos fez dos cartuchos novamente uma alternativa competitiva no mercado. Atualmente, eles não apenas se tornaram extremamente rápidos no carregamento de dados, como também armazenam enormes quantidades de informação a custos cada vez menores, além de serem mais rápidos de produzir em massa. Os discos, por sua vez, têm apenas a vantagem dos custos, por agora.
Essas não seriam as únicas razões a levarem a Big N a tal decisão, vale notar. Um dos motivos para a decisão seria justamente o público alvo mais abrangente da Nintendo, que inclui crianças pequenas. Enquanto discos podem ser facilmente danificados nas mãos dos jovens, que podem causar arranhões nas mídias por simples descuido, cartuchos tendem a ser bem mais resistentes.

Anúncio em breve?

Ficou curioso para saber mais? Infelizmente, a Nintendo se recusou a falar sobre o assunto, mas ao menos um porta-voz da empresa afirmou que mais do aparelho será revelado até o fim do ano. Outros rumores trazidos por analistas, vale notar, preveem que a companhia irá revelar o console oficialmente antes da Tokyo Game Show 2016, que ocorrerá em 15 de setembro – o que quer dizer que veremos o console dentro de apenas duas semanas.
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BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4

BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4
Não deu outra: no primeiro dia de Brasil Game Show 2016, um dos games mais badalados era, sem sombras de dúvidas,Horizon: Zero Dawn. O próximo título da Guerrilla Games atraiu diversos jogadores em uma das estações disponíveis na feira, e quem conferiu certamente deve ter saído satisfeito da frente do monitor. 
Antes de nos arriscarmos no game, tivemos a oportunidade de assitir a um gameplay a portas fechadas que trouxe basicamente o mesmo trecho que o público pode jogar no estande da Sony. A diferença é que, enquanto a porção jogável foca apenas nos elementos de ação, o trecho visto pela equipe do TecMundo Games apresentava outros adicionais. 
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Tal como diversos games de ação recentes, Horizon: Zero Dawn terá trechos nos quais você terá a oportunidade de conseguir algumas missões paralelas para ampliar um pouco mais a sua experiência ao lado de Aloy, a protagonista, e até mesmo obter novos itens para a sua jornada.
BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4Horizon: Zero Dawn foi um dos games mais procurados no primeiro dia da Brasil Game Show 2016
Aliás, é válido mencionar que esses equipamentos só vão para a sua mochila se você tiver os itens necessários para a troca. Em alguns casos, é preciso apenas um, e em outros há a necessidade de entregar mais de um deles antes de colocar as mãos em mercadorias que podem ser encontradas com mais de um vendedor e até mesmo outras um pouco mais raras. 
Nessa demonstração, também pudemos ver como ficou a localização do game. Entretanto, nada de dublagem em português: o trecho exibido trouxe apenas legendas no nosso idioma, mas foi curioso ver que Aloy usará alguns termos mais coloquiais em suas falas (como “tô indo” e outros), deixando os diálogos mais próximos daquilo que teríamos no nosso cotidiano. 

E a jogabilidade? 

Evidentemente, a essa altura você deve estar curioso para saber qual foi a nossa experiência com o game. E, de cara, podemos dizer que a primeira coisa que chama a atenção em Horizon: Zero Dawn é o seu visual, seja pela ambientação daquilo que está em cada uma das áreas ou até mesmo por detalhes como o gramado que se mexe de acordo com a direção do vento. 
O trecho com o qual tivemos contato exigia que você deixasse o vilarejo da protagonista para explorar regiões mais afastadas – especificamente um lugar chamado Área de Corrupção. O porquê desse nome? Você saberá em breve, mas já podemos adiantar que essas áreas têm inimigos capazes de gerar alguns momentos de dores de cabeça.
A primeira coisa que chama a atenção em Horizon: Zero Dawn é o seu visual, seja pela ambientação daquilo que está em cada uma das áreas ou até mesmo por detalhes como o gramado que se mexe de acordo com a direção do vento
Assim que a exploração começa, nota-se que o cenário é relativamente generoso no que diz respeito a recursos adicionais para se manter na ativa. É possível coletar alguns itens durante as andanças, mas sem sombra de dúvidas muitos deles (especialmente alguns mais raros) só são obtidos após derrotar os inimigos ou saquear as caixas que alguns deles carregam. 
Um dado curioso é que você não precisa entrar em combate com esses inimigos para saber o que eles possuem e, claro, decidir se vale a pena se colocar em risco por conta daquilo que ele carrega. Aloy possui um recurso chamado Focus, que mostra diversos detalhes do oponente e até mesmo as suas fraquezas, nível e aquilo que ele pode derrubar quando derrotado. Não há um limite de uso dessa opção, então ative-a sempre que precisar. 
Com isso em mente, tínhamos duas tarefas a cumprir (além de detonar o maior número possível de inimigos com flechadas e ataques físicos): obter uma montaria para chegar até a Área de Corrupção e, evidentemente, derrotar o inimigo presente nesse trecho do jogo. Para a primeira, as coisas foram um pouco mais simples: bastou uma aproximação com cuidado, usar o arpão com corda para prender o inimigo e apelar para a lança da protagonista para que ele fosse domesticado. A outra criatura, em compensação...
BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4Alguns inimigos presentes no jogo podem alertar os demais da presença de Aloy

Confrontos estratégicos 

Confesso que, quando vi o primeiro vídeo de gameplay de Horizon: Zero Dawn, de cara já percebi que o game teria combates que envolveriam o uso de estratégia, e pelo visto isso será algo constante sempre que um inimigo perigoso estiver por perto. O último desafio da demonstração consistia em enfrentar um adversário capaz de corromper outras criaturas, o que, nesse caso, significa torná-las bem agressivas. 
Não é preciso ser um gênio para saber que a melhor saída é lidar primeiro com o oponente mais fraco. Assim que ele estiver fora de combate, seus esforços devem se concentrar no outro adversário, que é vulnerável a fogo e vai exigir que você use qualquer recurso que envolva o elemento no combate (especialmente minas explosivas, caso tenha).
BGS 2016: Horizon prova que pode ser um dos melhores exclusivos do PS4Não, esse não é o inimigo final da demonstração - ainda bem!
Aliás, engana-se quem pensa que essa é uma tarefa simples: ainda que você tente usar apenas os seus equipamentos para se dar bem, é preciso um pouco mais que isso a partir de um determinado momento. Você se lembra da montaria? Não pense duas vezes em chamá-la para obter auxílio em combate, bem como recorrer ao arpão e tudo mais que estiver ao seu alcance para se safar dessa – encare esse como o último chefe do game (afinal, a demonstração termina aqui). 

E valeu a pena? 

No fim das contas, tivemos a certeza de que Horizon: Zero Dawn está no caminho certo para se tornar um dos melhores exclusivos do PlayStation 4. O título ainda conta com elementos que não tivemos a oportunidade de explorar, como passagem de tempo e alguns outros, o que certamente só vai servir para deixar o público mais ansioso para a chegada de 2017, ano em que o game será lançado.

Pokémon Sun & Moon: conheça o novo Rattata e um Snorlax 'turbinado'

Pokémon Sun & Moon: conheça o novo Rattata e um Snorlax 'turbinado'
A apresentação do Nintendo Direct desta quinta-feira (01) começou com duas pequenas novidades de um dos próximos grandes lançamentos da Nintendo para o portátil 3DS: Pokémon Sun & Moon.
Inicialmente apresentando detalhes básicos da história, como a presença de criaturas iniciais e lendários, o vídeo rapidamente trouxe um "novo velho conhecido": Rattata, que os jogadores de Pokémon GO não aguentam mais ver no mapa, porém agora em sua forma típica no continente de Alola.
Veja como ele ficou no novo trailer:
Esse novo Rattata é do tipo Noturno/Normal e tem uma aparência bem mais hostil do que o Pokémon da primeira geração: a coloração passa a ser escura e ele ganha até um "bigode". O motivo da existência desse Pokémon é bem explicado: Rattatas infestaram a região, mas acabaram em uma disputa de território com os rivais Yungoos. Para fugir do rival, eles acabaram adquirindo hábitos noturnos, virando uma espécie completamente remodelada.
Pokémon Sun & Moon: conheça o novo Rattata e um Snorlax 'turbinado'
Além disso, a Nintendo anunciou que quem fizer a pré-compra de Pokémon Sun ou Moon vai receber um bônus. Trata-se de um Munchlax especial que, quando evoluir para Snorlax, terá pronto o novísimo e destruidor "Z-Move" para ser usado em batalhas. Assim, a criatura torna-se ainda mais poderosa, sendo uma vantagem até mesmo contra quem só tiver um Snorlax comum.
Pokémon Sun & Moon: conheça o novo Rattata e um Snorlax 'turbinado'
Pokémon Sun & Moon saem em 18 de novembro de 2016 para o Nintendo 3DS.
FONTE(S)
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