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ZGB Start: Veja 15 jogos que você esqueceu que saíram em 2015

Veja 15 jogos que você esqueceu que saíram em 2015

Veja 15 jogos que você esqueceu que saíram em 2015

Este ano será lembrado por muitos como o ano em que a atual geração começou seu auge. Em 2015, os consoles e PCs foram agraciados com games incríveis que fizeram os olhos de muitos marmanjos lacrimejarem; Rise of the Tomb Raider,Batman Arkham KnightThe Witcher 3: Wild Hunt eMetal Gear Solid V: The Phantom Pain são alguns deles 
Contudo, também tivemos aqueles títulos que apareceram fazendo barulho, mas na hora do “vamo vê” foram meio “meeeeh” ou não atingiram o status desejado. Por isso, preparamos uma listinha com alguns exemplos. Os jogos que aparecem nessa nossa seleção não são ruins, só figuram por aqui por não terem cumprido com o hype da galera, por não terem gerado nenhum ou até mesmo terem sido lançados à sombra de outros títulos, que acabaram roubando os holofotes.

1 – The Crew Wild Run


Lançamento: 17/11
Plataformas: PS4, PC e Xbox One
O game de corrida da Ubisoft recebeu uma expansão no meio de novembro.Wild Run chegou para dar uma recauchutada gráfica na obra que ainda fica atrás de outros grandes títulos do gênero lançados em 2015, como Forza,Project CARS e Need For Speed.
O hype pela expansão foi quase inexistente, não só por parte dos jogadores, mas pela própria mídia especializada, que quase não falou dele (mas é claro que o TecMundo Games fez uma análise completa que você pode conferirclicando aqui). Entretanto, realmente deve ser difícil se destacar em uma época em que tantos bons games de corrida foram lançados.

2 – Guitar Hero Live


Lançamento: 20/10
Plataformas: PS4, PS3, Wii U, Xbox One e Xbox 360
Guitar Hero é incrível. Não há como negar: mesmo quem não tinha o controle guitarra se esbaldava apertando freneticamente os botões de ombro e os gatilhos dos controles. Muita gente estava esperando um novo game da franquia para finalmente tirar a poeira dos acessórios. Porém, aí veio a notícia: para jogar Guitar Hero Live seria necessário comprar o kit completo novamente.
A novidade foi tão bombástica que afetou diretamente a venda do produto, principalmente aqui no Brasil, onde a brincadeira está custando mais de R$ 480, e esse foi o melhor preço que encontramos por aí.
O hype era grande, mas essa pequena questão complicou bastante na hora de ganhar audiência, o que fez com que o título entrasse na nossa lista. Contudo, isso não tira os méritos da obra, que está muito divertida e recebendo vários conteúdos.

3 – Transformers: Devastation


Lançamento: 06/10
Plataformas: PS4, PS3, Xbox One, Xbox 360 e PC
Transformers é sempre uma franquia que gera dúvidas. Os jogos baseados em Optimus Prime e sua turma de autobots não costuma ter uma recepção muito amistosa da crítica. Contudo, a obra da Platinum games surpreendeu, chegou meio que as escondidas e do nada ganhou o coração da mídia especializada.
O game tem aquele jeitão cartunesco e até meio anos 80, mas conta com batalhas divertidas e um gameplay interessante e mostra como uma propriedade intelectual registrada pode virar um jogo de grande qualidade, a questão é que pouca gente sabe que o game vale a pena e ele acabou passando despercebido por muitos.

4 – Tony Hawk’s Pro Skater 5


Lançamento: 29/09
Plataformas: PS4 e Xbox One
Atire a primeira pedra quem nunca jogou e amou a franquia Tony Hawk’s Pro Skater. Os jogos da série embalaram legiões de jogadores que todos os dias tentavam manobras incríveis e quase impossíveis em seus skates virtuais. Montava-se competições para mostrar quem era o melhor skatista dos games, enfim, era diversão sem limites.
Isso aconteceu até que um dia alguém inventou de profanar a obra. Tony Hawk’s Pro Skater 5 é, como nossa análise diz, “a maior ofensa que um fã poderia receber”. A única coisa que salva a obra é a trilha sonora, pois o resto é de dar tristeza no coração. Não é à toa que que game ganhou 30 no nosso review e conta com 32 no Metacritic. 

5 – Mad Max


Lançamento: 01/09
Plataformas: PC, PS4 e Xbox One
Desenvolvido pela Avalanche Software, Mad Max recebeu uma missão duríssima: ser o Shadow of Mordor de 2015. Sabe? Ser aquele game que chega na surdina e arrebenta com as críticas? Pois é. Para complicar ainda mais a situação, o filme “Mad Max: Estrada da Fúria” foi para as telonas em maio, o que deu uma aumentada no hype.
A obra representou muito bem o universo criado pelo filme, trazendo um enorme deserto onde sua única missão é sobreviver — e montar um carango decente. O jogo é imenso e tem muita coisa para fazer, mas ao mesmo tempo é repetitivo e um tanto vazio. O maior defeito do game é não ser tão divertido quanto poderia ser e, além disso, ser tachado como um novo Shadow of Mordor, criou um hype em cima dele que não foi possível suportar.

6 – Devil’s Third


Lançamento: 28/08
Plataformas: Wii U e PC
Quando não está ocupado gerando polêmicas, Tomonobu Itagaki produz jogos. Ele é o responsável por franquias de peso, como Dead or Alive e as versões 3D de Ninja Gaiden. Devil’s Third foi mais uma de suas obras.
O game ganhou a atenção da mídia quando a Nintendo quase desistiu de publicá-lo nos EUA. Logo depois surgiram várias críticas negativas quanto à jogabilidade, ponto que Itagaki retrucou como algo sendo relacionado à falta de habilidade daqueles que realizaram os testes.
Enfim, Devil’s Third aborda a teoria conhecida como “Síndrome de Kessler”, ocasião hipotética em que os destroços abandonados em órbita da Terra acabam por colidir, gerando um efeito em cascata que acaba por destruir praticamente todos os satélites artificiais (tanto civis quanto militares). O resultado imediato desses eventos é um desequilíbrio do poderio militar, o que desencadeia um cenário caótico.
Caótica de verdade foi a recepção que o título teve. Reviews que apresentaram notas baixíssimas surgiam por toda a internet, para desespero do seu polêmico criador. Sendo assim, esse foi mais um jogo que passou despercebido aos olhos da multidão.

7 - Payday 2: Crimewave Edition

Lançamento: 16/06
Plataformas: PS4 e Xbox One
2015 pareceu ser um bom ano para arrombar cofres de bancos, pelo menos nos consoles. Battlefield Hardline e as heists de GTA V Online chegaram com a ideia, então Payday 2, até então exclusivo para PCs, resolveu dar as caras no PS4 e Xbox One com o Crimewave Edition.
O game funciona basicamente da mesma maneira que nos PCs: uma equipe de jogadores trabalha para roubar a maior quantidade de grana de algum estabelecimento. Pode ser uma joalheria, uma casa de câmbio ou até mesmo a quitanda do Seu Zé, o que importa é o dinheiro.
Só que o título teve diversos problemas de conexão no lançamento — sendo que alguns persistem até hoje. Esse fato fez com que o game não chegasse nem aos pés de fazer nos consoles o enorme sucesso que faz nos PCs e por isso foi esquecido por muita gente.

8 – The Elder Scrolls Online: Tamriel Unlimited

Lançamento: 09/06
Plataformas: PS4 e Xbox One
Elder Scrolls é uma franquia respeitadíssima, Skyrim é um marco na história dos RPGs. Um mundo medieval gigantesco e rico que dava uma abertura para um MMO incrível. Daí surgiu The Elder Scrolls Online, o game fez muito sucesso no PC, tanto que uma versão para consoles era iminente.
No ano seguinte, o PlayStation 4 e o Xbox One receberam The Elder Scrolls Online: Tamriel Unlimited, o título oferecia o mesmo que a versão de PC, entretanto mesmo com toda a força da franquia não obteve o mesmo sucesso que a versão para PC e apesar de ainda contar com jogadores fieis, não atingiu o marco desejado.

9 – Magicka 2 

Lançamento: 26/05  
Plataformas: PC e PS4
Magicka 2 é um game que une quatro magos para salvar o mundo de Midgard de um terrível mal. A obra conta com um sistema dinâmico e aprimorado de magias que pode ser utilizado de diferentes maneiras pelos jogadores, sempre com a possibilidade de combinar até cinco elementos para conjurar um feitiço.
O primeiro Magicka encantou jogadores de todos os cantos do mundo, sendo divertido e inovador. O produto da Arrowhead Game Studios ganhou tanto destaque que fez com que a sequência chegasse com um hype absurdo. 
O segundo capítulo da franquia prometia combinar vários elementos para criar magias diferentes, tacar fogo nos inimigos, misturar poderes com outros jogadores e vários outros estratagemas interessantes. Na verdade, o game faz isso, só que não parece mais ser tão divertido quanto era na primeira versão, então não ficou nos holofotes, como o seu antecessor.
Mesmo após ter sido distribuído gratuitamente para os assinantes da PlayStation Plus, não vemos muita gente se explodindo em combates mágicos épicos.

10 - Assassin’s Creed Chronicles: China


Lançamento: 21/04
Plataformas: PC, PS4 e Xbox One
Você sabia que tem um Assassin’s Creed na China? É, nem todo mundo sabe.Assassin’s Creed Chronicles: China é o primeiro de uma trilogia side-scrolling dos assassinos mais famosos do mundo dos games. Os outros dois capítulos (Rússia e Índia) deviam ser lançados ainda neste ano, mas foram adiados.
Essa primeira aventura é a continuação direta da animação Embers e não é particularmente excepcional em nada, mas garante aos fãs algo interessante e um pouco diferente daquilo que estão acostumados com os jogos da linha principal.
O maior problema da franquia é que são tantos títulos lançados por ano que você já nem sabe mais em que parte da história está, o que deixa a imagem da série desgastada. Atualmente, não vemos ninguém falando de Assassin’s Creed Chronicles: China, seja bem ou mal.

11 – Battlefield Hardine

Lançamento: 17/03
Plataformas: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Battlefield é uma franquia de sucesso desde os primórdios no PC, comBattlefield 1942. O FPS virou febre e ano após ano vem se atualizando e lançando shooters bem interessantes que sempre trazem algo de novo ao gênero. Contudo, Hardline tentou trilhar seu próprio caminho saindo do mundo das guerras e focando no “polícia e ladrão”.
Não é possível dizer se foi a mudança de temática ou o foco na campanha que fez com que esse capítulo da franquia fosse ignorado pelos fãs. O fato é que atualmente, segundo o site oficial do game, menos de 2 mil pessoas ainda jogam o título no PC e pouco mais de 10 mil juntando PS4 e Xbox One.
Nem vamos voltar ao assunto da dublagem em português com o personagem principal sendo feito pelo Roger, vocalista da banda Ultraje à Rigor, pois, segundo ele, game dublado é para gente burra.

12 – The Order: 1886

Lançamento: 20/02
Plataformas: PS4
Ah, o famigerado The Order: 1886, um dos exclusivos mais criticados do PlayStation 4. A verdade é que o jogo é tão belo que beira a indecência e que o projeto preza muito pela narrativa — Cavaleiros da Távola Redonda, conspirações, Revolução Industrial, lobisomens e uma série de elementos interessantes —, mas tudo isso não foi o suficiente para agradar.
Apesar de contar com uma trama inteligente, personagens cativantes — como o gênio inventor Nikola Tesla — e outros fatores empolgantes, a campanha extremamente curta — de 8 a 10 horas — deixa muito a desejar. Contudo, se só a duração fosse o problema até que tudo bem, mas a questão mais negativa é que o fator replay do game é zero, não existindo um modo multiplayer (não que isso seja ruim) ou desafios posteriores ao encerramento da história para aumentar a longevidade da obra.
Se o encaramos como uma história interativa, na linha de Beyond: Two Souls e tantos outros, as coisas tornam-se mais positivas, principalmente se o que você busca está mais na narrativa e menos na jogabilidade.

13 – Evolve

Lançamento: 10/02
Plataformas: PC, PS4 e Xbox One
Evolve chegou no comecinho do ano engatado por uma demonstração de gente grande na E3 de 2014, tanto que ganhou até o prêmio de melhor game do evento. A obra chegou com a promessa de ser um dos melhores títulos de 2015 e dá ao jogador a opção de controlar caçadores, que devem impedir a ameaça iminente da vida selvagem do planeta Shear, ou o próprio monstro, cujo único objetivo é destruir todo e qualquer rastro de civilização.
O TecMundo Games fez a análise que deu ao jogo a nota 70. Nós, assim como o resto da crítica, não nos impressionamos tanto com o game, que algumas semanas após o lançamento começou a perder muitos jogadores.
Na lista dos 100 títulos mais jogados do Steam, Evolve nem aparece. Isso também acontece nos consoles. Apesar de não haver dados concretos, é difícil de encontrar grupos de discussão e fóruns com pessoas incentivando a jogatina ou a comprar o produto, mesmo quando ele está na promoção.

14 – Resident Evil: Revelations 2

Lançamento: 01/02
Plataformas: PS3, PS4, Xbox One, Xbox 360 e PC
Assim como seu antecessor, Resident Evil: Revelations 2 busca recriar ao menos um pouco do estilo de terror que caracterizou os títulos mais antigos. O game chegou de modo episódico, sendo um capítulo lançado por semana.
Quando a primeira parte estava para ser lançada, não se parava de falar sobre o estilo de combate que resgatava o verdadeiro Resident Evil, o aspecto gráfico dos inimigos, que também era nostálgico, um novo modo de jogo, enfim, tudo era lindo e maravilhoso. A verdade é que ele é mesmo lindo e maravilhoso.
Revelations 2 recebeu boas críticas tanto de jogadores quanto da imprensa especializada. Entretanto, agora que todos os episódios foram lançados, ninguém fala mais nada sobre o game, como se ele tivesse vindo, deixado todo mundo feliz e ido embora sem ninguém perceber. Ou seja, apesar de ser uma ótima obra, não vai chegar ao patamar de grandes jogos da linha principal da franquia, que sendo bons ou ruins são citados até hoje.

15 – Saints Row: Gat Out of Hell

Lançamento: 20/01
Plataformas: PC, PS4, PS3, Xbox One e Xbox 360
Gat Out of Hell é uma expansão de Saints Row 4, o DLC chegou ao PS4 e ao Xbox One juntamente com o remaster do título principal. O começo de 2015 estava meio parado para a atual geração, não existiam ainda grandes jogos e mesmo assim a obra, distribuída pela Deep Silver, não conseguiu emplacar.
Saints Row sempre foi considerado um GTA “da zuera”, com uma liberdade absurda e um humor escrachado e muitas vezes negro, o game ganhou vários fãs. Não dá para negar que é muito divertido sair por aí arrebentando tudo como se não houvesse amanhã, mas alguma coisa fez com que Gat Out of Hell não obtivesse o mesmo sucesso dos antecessores.
FONTES
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