ZGB Start: Especial BGS ! Confira o que rolou na conferência da Sony / Ubisoft fará esforços para resistir / Quantum Break na BGS

Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015

Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015

Foi dada a largada para a BGS, a maior feira de games da América Latina. Sem perder tempo, a Sony realizou sua conferência. Liderado por Anderson Gracias, diretor sênior e gerente geral de vendas para América Latina da empresa, o evento contou com uma série de apresentações que, apesar de não terem mostrado nada que nós já não soubéssemos, foram bem interessantes.

Bandai-Namco

Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
Jason Enos, diretor de marca da Bandai-Namco, foi o primeiro a subir ao palco. Ele apresentou Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados e falou tudo o que o game, lançado nesta sexta-feira, oferece aos jogadores.
Pela primeira vez, a saga de Azgard é mostrada em um jogo de Seiya e seus amigos. Além disso, os famosos cavaleiros de ouro receberam suas tão aguardadas armaduras divinas e revelam todo o poder dessas belezinhas com golpes inéditos. De acordo com Enos, o título roda no PlayStation 4 a 1080p e 60 fps.
Para dar uma forcinha ao diretor na apresentação, Ryo Mito, produtor da obra, também foi ao palco, mostrando-se extremamente à vontade com seu cosplay de Aioria, esbanjou carisma e agradeceu o carinho dos fãs brasileiros.
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
Pensa que acabou? Para a alegria dos presentes, Hermes Baroli e Élcio Sodré (dubladores de Seiya e Shiryu, respectivamente) também participaram da festa e distribuíram "meteoros de pégasus" e  "cóleras do dragão". Se você ainda não estava sabendo, o game será dublado em português com as vozes originais do anime.
Já que a galera da Bandai-Namco estava empolgada, eles resolveram falar um pouquinho sobre Naruto Shippuden: Ultimate Ninja Storm 4. Assim como Alma dos Soldados, o jogo do menino da Kyubi também vai ganhar a dublagem brasileira do anime. Contudo, quem curte as vozes originais não vai ficar decepcionado, pois a opção de escolher o idioma nativo estará disponível.
O DLC exclusivo para a América Latina também foi pauta — sabe aquele que mostra Sasuke e Naruto de poncho? Pois é... ninjas... de poncho. Não fazia ideia disso? Clique aqui e confira.

EA Games

Jonathan Harris, gerente de negócios da Eletronics Arts, foi o próximo. Ele falou sobre um dos games mais esperados deste ano: Star Wars Battlefront. O shooter vai apresentar combates inspirados na trilogia original da obra de George Lucas com capacidade para até 40 jogadores simultâneos — é gente pra caramba! 
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
Os jogadores podem escolher três modos de jogo:
  • Esquadrão de combate (10 x 10): batalhas aéreas em veículos como X-Wings, caças TIE, Millenium Falcon e outros;
  • Supremacia (20 x 20): junte-se a uma galera para dominar e controlar cinco pontos-chave do mapa utilizando naves e famosos veículos terrestres da saga;
  • Ataque dos Walkers (20 x 20): a equipe dos rebeldes deve deter os ataques dos AT-ATs. Já as forças do império têm o objetivo de proteger os grandões e aniquilar os inimigos.
Está se sentindo antissocial? Tudo bem! O título também vai oferecer a opção de jogo offline. Serão quatro modos disponíveis:  "Missões de Sobrevivência", "Missões de Batalhas", "Batalhas de Herói" e "Provações". Se você se arrepender de entrar nos tiroteios estelares sozinho, saiba que é possível chamar um amiguinho para participar da jogatina dividindo a tela.
Ah sim, segundo Jonathan Harris, Star Wars Battlefront será 100% em português.

Activision

Jay Puryear, diretor de marcas da Treyarch, subiu ao palco para falar um pouco de Call of Duty: Black Ops 3. Entretanto, em vez de repetir tudo o que já sabemos sobre o game, vale mais conferir o que nós achamos do jogo clicando aqui.
Nem só de balas vive a Activision: Guitar Hero Live também marcou presença. Max Morais, gerente de marketing da empresa na América Latina, falou sobre os modos de jogo "GH TV" e "Guitar Hero Live".  O primeiro simula vários canais de música (como a antiga MTV) em que diversos clipes são apresentados enquanto detonamos na guitarra.
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
O segundo é aquele que já conhecemos de vários vídeos e da apresentação da E3: uma simulação do jogador no palco. O mais legal é o jeito como a plateia reage ao ver o quão boa, ou ruim, é a performance.

Street Fighter V

Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
O ponto mais alto da conferência foi quando o lendário Yoshinori Ono (a mente genial por trás de Street Fighter) deu o ar da graça vestido de Blanca. Mostrando muito bom humor e um carisma invejável, Ono-san afirmou que estava triste por que a surpresa que ele faria para nós, brasileiros, acabou vazando.
Mesmo assim, ele pediu para que todos fingissem estar surpreendidos com a revelação de Laura, a nova personagem da franquia. Como bons anfitriões que somos, adotamos a ideia e fizemos a maior festa quando Ono revelou uma bela estatueta da musa.
Não satisfeito, o criador da série resolveu fazer um quiz com os presentes na conferência e distribuiu prêmios para quem acertava as perguntas — algumas bem difíceis.

Brazucas no Play 4

Dois games independentes brasileiros que chegarão ao console da Sony  também ganharam um espacinho na conferência da empresa. O primeiro é Get Over here, que aposta em batalhas multiplayer entre dois ou três competidores simultâneos.
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
Cada um escolhe um personagem e utiliza uma corrente para aprisionar momentaneamente seus oponentes e finalizá-los com um golpe final — lembra algum ninja amarelo que você conhece?
O segundo é Horizon Chase, um game de corrida inspirado em clássicos como OutRun, Top Gear e Lotus Turbo Challenge, da Aquiris Game Studio. Sandro Manfredini , diretor de negócios da desenvolvedora, revelou que a versão para o PlayStation 4 terá como novidade um modo multiplayer.
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015

O primeirão

Por último, mas não menos importante, Anderson Gracias voltou ao palco para dar uma boa notícia. O diretor anunciou que o primeiro lote de PS4 fabricados em terras tupiniquins contará com alguns mimos: um mês de assinatura da PS Plus, um mês de Spotify Premium e 20% de desconto na primeira compra da PS Store.
Confira o que rolou na conferência da Sony na BGS 2015
Entretanto, o mais interessante foi o que Gracias mostrou depois: o primogênito dos PlayStation 4 brazucas. O executivo apresentou um belo exemplar do console com uma gravação do mapa-múndi destacando o nosso país. Essa peça (a primeira fabricada no Brasil) será leiloada em parceria com o Instituto Ayrton Senna e virá acompanhada de uma miniatura do primeiro capacete do ídolo da Fórmula 1. O dinheiro arrecadado será doado para a entidade. Quer tentar arrematar? clique aqui.

Ubisoft fará esforços para resistir ao aumento de preço e terá promoções

Ubisoft fará esforços para resistir ao aumento de preço e terá promoções

A severa crise econômica que aflige o Brasil traz uma série de entraves para o desenvolvimento econômico do país e o avanço de nossa indústria. Mesmo diante dessa situação adversa, nem as empresas e nem os consumidores podem desanimar. A Ubisoft se enquadra exatamente nessa opção e, face ao complicado cenário, bola estratégias para driblar a crise e trazer games com opções viáveis aos jogadores.
Em um bate-papo com o TecMundo Games, Bertrand Chaverot, diretor de operações da publisher para a América Latina, falou sobre as táticas da empresa com relação ao reajuste de preços, o sucesso das franquias da Ubi no país e voltou a endossar a força da comunidade brasileira, que é uma das maiores do mundo. O executivo também enalteceu o forte line-up da desenvolvedora para as próximas safras e disse que a expansão a outras mídias (como HQs, livros, bonecos e afins) só tende a crescer.
Temos de ser cautelosos com os preços
Com relação ao aumento de preços que pouco a pouco se torna mais comum no comércio em função da alta do dólar, Bertrand foi enfático e disse que é preciso ter cautela para agir pensando sempre no fã. “Em 2015, temos de ser supercautelosos com preços, então estamos dando muita atenção e carinho a todo nosso catálogo de produtos, com Far Cry 3, Far Cry 4, Assassin’s Creed Unity, Just Dance”, afirmou.
Os títulos citados pelo chefão frequentemente aparecem em promoções nas revendas oficiais, sendo possível encontrar Far Cry 4 na nova geração por apenas R$ 99, por exemplo. O mesmo serve para Assassin’s Creed Unity. Essas ações são geradas pela própria Ubisoft, que busca tornar seus produtos acessíveis ao maior número possível de jogadores, e não necessariamente pelas lojas. Cabe lembrar que o Brasil está no “top 3” da gigante.
Ubisoft fará esforços para resistir ao aumento de preço e terá promoções

Ok, mas... E os preços de lançamentos?

É aí que mora o desafio. Conforme já publicado aqui no TecMundo Games, alguns jogos começam a chegar por astronômicos R$ 300, ainda que de mansinho. Need for Speed e Star Wars: Battlefront, ambos da EA, podem ser vistos por esse preço em algumas lojas.
O medo é que isso se torne um novo padrão – algo que deve ser evitado principalmente por parte do consumidor ao não comprar esses produtos. Ciente do cenário adverso, a Ubisoft planeja fazer promoções em pré-vendas de jogos nos serviços digitais vendendo-os a R$ 199 antes do lançamento e R$ 249 após a chegada dos títulos.
“Tentamos manter preços razoáveis, e com o aumento do dólar os lançamentos vão chegar a R$ 250 e até R$ 300 de algumas publishers. Nós vamos tentar permanecer abaixo dos R$ 249 e fazer pré-venda digital a R$ 199. Então, se você quiser fazer um bom negócio, a pré-venda é a melhor opção. E temos muitos jogos chegando, o catálogo é grande. Vamos continuar trabalhando na transição de PS3 para PS4, Xbox 360 para Xbox One. Mas a crise vai passar”, disse Bertrand, em tom otimista, ao TecMundo Games.
Ubisoft fará esforços para resistir ao aumento de preço e terá promoções
Queremos ser uma empresa de entretenimento em geral, não só de jogos
Por fim, o diretor falou sobre a expansão das franquias da Ubisoft a outras mídias, como HQs, livros e até mesmo perfume – a recente fragrância de Assassin’s Creed está fazendo mais sucesso do que o esperado. No Brasil, os livros da série dos assassinos, só para lembrar, são os mais vendidos no mundo.
“Estamos sempre pensando em expandir a linha de produtos. Queremos ser uma marca de entretenimento, não só de jogos. Por que não um boné de Assassin’s Creed? Jaquetas, camisetas e outros acessórios? Estamos pensando em investir muito nisso”, pontuou.

Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time

Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time

O portfólio de 2015 está recheado de candidatos a Game of the Year, e 2016 não será diferente. Neste ano, nomes como The Witcher 3: Wild HuntBloodborneMetal Gear Solid 5: The Phantom PainFallout 4Batman: Arkham Knight, entre outros, impactaram positivamente na vida de cada jogador. Sem falar no line-up que está vindo por aí até o encerramento da temporada: Rise of the Tomb Raider,Halo 5: GuardiansJust Cause 3.
Quantum Break estaria nesse rol se não tivesse sido adiado para o ano que vem. Mas a causa se justifica pelo polimento que o game da Remedy está recebendo, uma desenvolvedora nitidamente perfeccionista, claramente detalhista e surpreendentemente moderna, ainda que esteja no mercado há duas décadas.
A apresentação que o TecMundo Games conferiu a portas fechadas mostrou um jogo de ação maduro, robusto e que bebe das próprias fórmulas, estabelecidas por Max Payne e Alan Wake lá atrás, numa indústria já saturada por tiros e tripas esvoaçantes. Será que é possível evoluir a batida receita do bullet-time (a cobiçada ação em câmera lenta) e elevar o gênero a outro patamar? No que depender da densidade cinematográfica de Quantum Break, sim, sem absoluta dúvida é.
Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time

A mistura entre jogo e live-action é simplesmente genial

Seguindo as diretrizes estabelecidas por ela própria, a Remedy utiliza, novamente, atores reais para dar vida aos personagens de Quantum Break. Para quem não se lembra, Sam Lake, diretor-criativo do estúdio, emprestou sua aparência para o primeiro Max Payne. Alan Wake, por sua vez, ganhou uma websérie que complementou os eventos do game e dos DLCs.
Agora, é a vez de Quantum Break adotar a mesma metodologia, só que, naturalmente, evoluída. A ideia do jogo é trabalhar com mídias cruzadas que se complementam. O protagonismo, por exemplo, é dividido entre os atores Shawn Ashmore, de “X-Men”, e Dominic Monaghan, de “O Senhor dos Anéis”. O vilão principal está a cargo do artista Aidan Gillen, da série “Game of Thrones”.
O trabalho de captura facial está fenomenal. O jogo transmite estética de filme, e os atores se encaixam com total naturalidade nos papéis. Há ações baseadas em escolhas, que podem desencadear diferentes eventos e, assim, diferentes cenas em live-action exibidas ao jogador.
Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time

A “jornada do herói”

Durante a apresentação, os produtores Thomas Puha e Lisa Humphries, da Remedy, discorreram os principais aspectos do gameplay de Quantum Break, que tem a ambiciosa proposta de colocar o jogador em controle total do tempo. “Tempo é o seu poder”, eis o lema do game.
Em cima dessa premissa, o jogador se depara com fragmentos temporais que alteram todo o curso de uma ação. A demo começa numa fábrica em que o protagonista deve enfrentar um exército de inimigos. O primeiro aspecto notável é a fluidez da ação. Ao interromper o tempo, há um “lapso” que permite ao personagem andar pelo limbo e, assim, tirar vantagem de determinadas situações.
No tiroteio, por exemplo, os inimigos ficam paralisados enquanto o herói flanqueia e desarma todos eles. Quando tudo volta ao normal, eles não fazem ideia do que aconteceu. A essa altura, o protagonista já está executando uma série de golpes que mesclam socos e voadoras enquanto os oponentes observam, surpresos, como aquilo foi parar ali. Nesse contexto, é possível movimentar objetos inteiros – que podem ser gigantes, como contêineres ou concretos – para encaixá-los em determinados pontos que, após despausados, desencadeiam ações lindas aos nossos olhos.
Por falar em herói, Quantum Break usa a boa e velha bandeira da “jornada do herói”, em que o personagem principal é dotado de um superpoder e deve salvar uma mocinha (ou mocinhas)  de uma corporação megalomaníaca ao mesmo tempo em que deflagra uma enorme conspiração – na qual ele está no centro dos holofotes.

Single-player com forte fator replay e desfechos diferentes

A equipe trabalhou com centenas de horas de filmagens para entregar os diversos desdobramentos resultantes das escolhas do jogador. Na apresentação, fomos agraciados com um belo exemplo de como a mecânica funciona.
Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-timeOs produtores Lisa Humphries e Thomas Puha, da Remedy
Ao concluir um episódio, por exemplo, o jogador terá tomado determinadas decisões que vão interferir diretamente no desenrolar da trama – e no filme ao qual você vai assistir. E isso significa exibições diferentes? Sim, exatamente. Por mais impressionante que seja, cada desfecho trará uma cena diferente em live-action.
Isso, de acordo com Thomas, traz um forte aspecto para o replay e permite que os jogadores explorem outras possibilidades. “É a história do nascimento de um herói. Seguimos aquilo que estabelecemos em Max Payne e Alan Wake. Queríamos evoluir [a mecânica de misturar cenas de filme com jogo] e estamos trabalhando nisso”, contou o produtor ao TecMundo Games.

Herói poderoso demais? E os outros, têm esse poder de controlar o tempo?

Um dos temores da equipe foi passar a impressão de que o personagem principal é “poderoso demais”. Na demo apresentada, por exemplo, o protagonista acaba com todos os inimigos com aparente facilidade, uma vez que o controle do tempo dá absoluto poder para que o herói se desloque pelo cenário e mude o curso de diversas coisas.
Mas Thomas garantiu que o time está trabalhando para balancear esse aspecto e que o resultado trará um game equilibrado. “Fiquem tranquilos, estamos trabalhando nisso [equilíbrio da dificuldade]. Ainda não podemos falar muito sobre outros que tenham esse poder, mas vocês vão descobrir”, insinuou.
Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time

Grandes chances de chegar em português brasileiro!

A pergunta que não poderia faltar foi lançada aos produtores pelo TecMundo Games: Quantum Break virá no nosso idioma? “Essa é uma ótima pergunta”, interferiu Thomas. “Estamos verificando todos esses detalhes da logística para informar vocês em breve. Mas podem esperar boas notícias, nossa equipe está focada nisso”, esclareceu Lisa.
Quando sinalizamos que ao menos os textos poderiam vir em português brasileiro, a resposta foi um “quase sim” cambaleante com a cabeça e um sorriso de orelha a orelha. Precisamente a resposta que queríamos saber.
Quantum Break na BGS: experiência é cinematográfica e evolui o bullet-time
Quantum Break tem um altíssimo valor de produção, parece agregar as melhores mecânicas de ação implementadas até aqui – com muitas fórmulas da própria Remedy – e promete trazer uma história densa, rica, com estética moderna e elenco que se encaixa como luva.
Eis o melhor exclusivo do Xbox One acenando de longe – não tão longe assim, abril de 2016 está logo aí.
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

ZGB Start: Dia de Tomb Raider e com nova gameplay !

Análise de Cave Coaster

ZGB Start: Cadê o anúncio? Imagem inédita praticamente confirma novidade de Red Dead