Pular para o conteúdo principal

ZGB Especial : 11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores !

11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores

11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores

Boa parte dos jogos já vem “de fábrica” com dificuldade estratificada, de maneira que é comum que existam desafios para todos os níveis de habilidade e capacidades cognitivas (sempre é possível iluminar objetos pelo cenário caso a atenção ou o raciocínio lógico não sejam o seu forte). Bem, mas o que fazer quando determinado título não consegue mais fornecer aquele gostinho “masoquista” da conquista depois da luta?
É simples: você inventa alguma coisa. O mais óbvio aí normalmente aparece na forma dos chamados speedruns, cuja ideia normalmente é atravessar todo o jogo sem morrer e no menor tempo possível. Entretanto, a criatividade de alguns jogadores internet afora parece ir além da pura e simples correria virtual.
11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores
Quer dizer, por que apenas partir em disparada por Mega Man se você ainda pode se autodesafiar a não sofrer nem mesmo um único dano durante a proeza — acrescentando ainda, como a cereja do bolo, o objetivo insano de não desperdiçar nem mesmo um único tiro. Ou, quem sabe, aquele seu periférico encostado — adquirido nos tempos em que Guitar Hero e Rock Band pareciam uma moda eterna — possa fazer um “bico” derrotando demônios.
Sem mais, vamos a alguns exemplos excêntricos/cômicos/insanos de desafios personalizados. Ao final você até pode criar o seu próprio e compartilhar com a gente — tipo assobiar, chupar manga e fechar Battletoads sem perder nenhuma vida, tudo ao mesmo tempo. (Este que vos escreve consegue há anos atravessar jogos inteiros sem parar de comer guloseimas, a despeito de recomendações médicas enfáticas).

Final Fantasy e o exército de um homem só

Final Fantasy talvez traga uma valiosa lição de colaboração implícita: “Associe-se a bons e poderosos amigos para varrer da face do planeta tudo o que for diferente”. Entretanto, nada impede que você levante sozinho sua espada/cajado/maça contra todo um mundo de terríveis abominações — algumas delas incrivelmente semelhantes a hortaliças pós-desastre nuclear.
11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores
E um ponto de partida bastante óbvio para essa proposta heroica e antissocial pode ser o primeiro Final Fantasy: basta deixar que todos os seus companheiros de equipe beijem a lona e continuar por sua própria conta e risco. É verdade que Final Fantasy tende a ser sutilmente condescendente com esforços solitários. Entretanto, sempre se pode apimentar a coisa... Digamos, encarando todo o jogo como um ladrão (rogue). Aí sim.

“Riff” matador de demônios

Em Brutal Legend, Jack Black deu vida ao super-roadie Eddie Riggs. Entre seus vários poderes, Riggs podia disparar raios de sua poderosa Gibson Flying V. Decidido a não ficar para trás, o speedrunner Benjamin “Bearzly” Gwin resolveu também brandir sua guitarra contra os demônios — no caso, as potestades de Dark Souls.
Ok, caso você diga a alguém que a série Souls é difícil, é possível que essa pessoa diga algo como “nem tanto”, mostrando que é preciso apenas uma mistura generosa de precaução e apreensão de padrões. Bem, mas quando o seu controle são os botões coloridos de uma guitarra ou os pads de uma bateria eletrônica... Aí o sujeito provavelmente não dirá nada — enquanto cata o próprio queixo do chão. No caso do Sr. Gwin, a experiência foi levada até os créditos finais de Dark Souls e de Dark Souls 2.

Diablo 2 e Irene, a “Enferma”

A vantagem de jogos com uma história não totalmente definida é que sempre se pode achar espaço para as próprias fantasias (mesmo correndo o risco de fornecer indícios de algum problema mental). Foi o que fez o usuários de fóruns MongoJerry ao atravessar toda a ação de Diablo 2 com suas personagem Irene, “a Enferma” — uma feiticeira sem armadura, sem armas e sem aumentos em suas estatísticas ou acréscimos de novas habilidades.
11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores
A pobre diaba segue pelo jogo contando apenas com seus dois punhos e com o auxílio de um mercenário, igualmente desarmado. Além do feito, MongoJerry também contou a história de Irene em fóruns — incluindo uma primeira parte bastante impressionante, com a frágil maga habilmente despachando Andariel, enquanto se esforçava para escapar de qualquer golpe (que teria sido suficiente para dar um fim prematuro ao martírio).

O incrível samurai e seu molinete mortal

A famigerada vara de pesca do Dreamcast era um daqueles periféricos que você comprava já imaginando que o prazo de validade venceria muito rápido, certo? Ledo engano. Durante todos esses anos, todos nós condenamos o pobre aparato por nossa falta de imaginação rasteira, conforme mostra claramente o sujeito do vídeo acima.
Cansado de SEGA Bass Fishing, ele resolveu utilizar o molinete como uma espada. E o feito é tão impressionante quanto a criatividade: SoulCalibur original atravessado de ponta a ponta no modo Ultra Hard — algo como fisgar um enorme bagre no jogo original.

Link de olhos vendados


Durante maratona realizada neste ano, um sujeito que atendia pelo codinome de Runnerguy2489 maravilhou os presentes — todos jogadores particularmente habilidosos — com sua destreza em The Legend of Zelda: Ocarina of Time. O sujeito atravessou as três “Child Dungeons” de olhos totalmente vendados.

Runnerguy2489 atravessou todos os vários obstáculos das fases baseando-se apenas em sons ambientes, em seu conhecimento prévio das masmorras e em descrições verbais do que se passava em cada lugar. Uma bela mistura de habilidade e memória, sem dúvida.

Pokémon e o desafio Nuzlocke

O Nuzlocke Challenge já é um velho conhecido entre os fanáticos pelos monstrinhos de bolso. Embora não seja propriamente fácil de executar, a proposta é até bem simples: qualquer Pokémon que desmaiar deve ser considerado morto, devendo ser liberado; e os únicos Pokémons que você pode tentar capturar são os primeiros que encontrar em cada nova área.
11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores
É previsível que, ao final, o seu Pokedex não possa ser ostentado pela grande variedade de monstrinhos capturados. Entretanto, conforme notou o site gamesradar, trata-se de uma bela oportunidade de conhecer um pouco mais sobre o potencial (ou a falta dele) em Pokémons que você normalmente ignora. (Nota: dar nomes a cada um deles para poder comemorar ou chorar mais intimamente é opcional).

O nível máximo em WoW (mesmo em cima do muro)

Uma carreira tipicamente bem-sucedida em World of Warcraft normalmente se inicia por uma escolha de lados. Afinal, o mundo sobrenatural ali se encontra dividido, e é preciso tomar partido antes de finalmente começar a catar coisas e acumular níveis — a menos que você seja um urso panda particularmente escorregadio e avesso aos combates.
11 desafios bizarros criados pelos próprios jogadores
Ocorre é que os membros da raça Pandaren sempre iniciam suas jornadas na neutralidade. Os pandas apenas são forçados a escolher um dos lados quando deixam a zona inicial... O que não necessariamente precisa ocorrer.
Foi o que fez o usuário do YouTube Doubleagent. Mantendo-se todo tempo nas Wandering Isles, ele gastou 173 dias coletando ervas e desencavando nodos para chegar ao nível máximo à época de 90. Fala-se também de um Tauren que chegou ao mesmo limite sem matar nem mesmo uma única criatura — provavelmente o mais próximo que World of Warcraft pode chegar de um ideal de “paz e amor”.

O mínimo de pontos possível em Super Mario Bros.

É verdade que a maior parte dos jogadores normalmente se dedica a obter pontuações com o máximo possível de casas decimais. Mas esse não foi o caso desse sujeito — embora o feito talvez seja até mais impressionante. NotEntirelySure imaginou qual seria a menor quantidade de pontos que alguém precisaria acumular para chegar ao final de Super Mario Bros.
A resposta: 500 pontos — e nem um pontinho a mais ou a menos, aparentemente. Antes de executar a façanha, ele determinou os seguintes critérios:
  • Não pegar nem mesmo uma única moeda;
  • Não matar nenhuma das criaturas que perambulam pelas fases; e
  • Apenas hastear a bandeira ao final das fases quando o timer chegar a “000”.

Nada menos do que a perfeição em Mega Man


Nico Thulin é um speedrunner já bem conhecido, sobretudo quando se trata da série Mega Man. Mas um dos desafios atravessados por ele certamente fariam inveja mesmo aos seus companheiros aficionados pelo robozinho da Capcom.
Basicamente, trata-se de atravessar todo o jogo utilizando apenas o canhão Mega Buster (a arma padrão do herói), sem tomar nem mesmo um único dano e — pasme — sem desperdiçar nenhum tiro. É claro que isso é rigorosamente pedregoso mesmo para um jogador calejado. De fato, há quem diga que parte da diversão das “zeratinas” de Thulin encontra-se no praguejar constante do sujeito, sempre que algo não sai conforme o planejado.

Ghost run em Thief

Em jogos de natureza stealth, chama-se de “ghost run” uma jogatina concentrada em atravessar as fases de forma perfeitamente furtiva. Em outras palavras, a ideia é chegar ao final sem matar e nem mesmo alertar nenhum dos inimigos distribuídos pelo cenário.

Por sua proposta particular, o Thief original sempre foi um dos preferidos dos “ghost runners”. Entretanto, com o reboot lançado no ano passado, diz-se que as coisas ficaram ainda mais convidativas para esse tipo de desafio — sobretudo nas várias restrições inéditas definidas em consenso pelos “corredores”.
Na ghost run acima, o usuário do YouTube “prenatual” segue sem ferir nenhum inimigo, sem alertar sobre sua presença e sem jamais comprar ferramentas que permitam acessar a caminhos mais efetivos. Talvez não seja a coisa mais divertida de se assistir... Mas com certeza não é tarefa para qualquer um.

Nenhum dano em Ninja Gaiden 2


Completar qualquer jogo da série Ninja Gaiden já é algo a ser comemorado — ainda por cima se for no modo mais difícil. Bem, o que dizer então de atravessar todo o jogo sem tomar nem mesmo um único dano? Parece algo que beira o impossível, não? De fato, é ver para crer. E no caso do jogador chinês do video acima, ainda é possível ver duas vezes. Isso porque o sujeito fechou Ninja Gaiden 2 completamente ileso em mais de uma ocasião. Nada mal. Nada mal mesmo. 
Fonte: Baixaki Jogos
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

ZGB Start: Cadê o anúncio? Imagem inédita praticamente confirma novidade de Red Dead

Cadê o anúncio? Imagem inédita praticamente confirma novidade de Red Dead No último domingo, a Rockstar divulgou uma imagem que deixou muita gente imaginando que, em breve, teríamos algum anúncio relacionado à série Red Dead. E, pelo visto, quem apostava nisso pode começar uma contagem regressiva interna, pois uma nova pista surgiu na rede social. Como é possível ver na imagem que está na sequência, temos sete caubóis caminhando em um cenário com um pôr do Sol que seria visível em qualquer cenário de Velho Oeste. Sendo assim, resta aos fãs da série apenas aguardar um anúncio oficial da parte da Rockstar, e esse possivelmente será de um título inédito. Ver imagem no Twitter Rockstar Games

Análise do Mafia 3

Com glamour ameaçado, Mafia 3 se sustenta, mas esquece várias raízes Em primeiro lugar, e para dirimir eventuais dúvidas, preciso ser direto e reto: foi duro analisar Mafia 3. Não por causa do caráter técnico ou de outras ressalvas dissertadas nesta análise, mas sim porque sou ultrafã da franquia, da temática e do gênero, e sabemos que isso pode embaçar o julgamento. Sou fã de carteirinha de Mario Puzo, que assina “O Poderoso Chefão”, John Grisman, Joseph D. Stone (que concebeu o livro responsável por inspirar o filme “Donnie Brasco”) e outros autores do charmoso gênero mafioso, do qual, como bom ascendente italiano e degustador de massas, sou adepto. Eu estava sedento por Mafia 3. Mais do que estou por Final Fantasy XV, mais do que estive por Gears of War 4 e Uncharted 4, muito mais do que estou com os shooters da próxima safra,Titanfall 2Battlefield 1Call of Duty: Infinite Warfare e afins. Mafia 3 era, definitivamente, o jogo que eu mais aguardava este ano. Seis anos após o lançam…

ZGB Start: Rockstar mostra ápice do primor técnico em trailer de Red Dead Redemption 2 / Nintendo Switch: novo console modular pode ser jogado em qualquer lugar

Rockstar mostra ápice do primor técnico em trailer de Red Dead Redemption 2 O primeiro trailer de Red Dead Redemption 2 é real. Dois dias após prometer essa divulgação, a Rockstar publicou um material ainda escasso de informações, mas suficiente para mostrar, a todos nós, que a equipe de desenvolvimento dela faz o que bem quer com as gerações de consoles. O que vemos no vídeo adiante – rodando em tempo real, aparentemente – é um visual que explora os limites do PlayStation 4 e do Xbox One, seja em densidade de vegetação, em tamanho de mundo, em atmosfera spaghetti, em equalização entre luz e sombra, em fumaça, em partículas ou em água. Ou em o que você quiser. Por enquanto, esse primor técnico sobrepõe quaisquer outros elementos relacionados à história ou aos personagens. Ainda não se sabe, por exemplo, se o pistoleiro que monta no cavalo e sai em debandada junto a seis outros parceiros é John Marston em seus tempos áureos como um fora-da-lei. O primeiro Red Dead Redemption foi lançado e…