ZGB Start: Roger diz que Battlefield: Hardline em português é para quem é 'burro' / Atualização 2.50 'Yukimura' do PS4 vem aí / Bloodborne tem taxa de frames instável e loading que chega a 45 segundos.

Roger diz que Battlefield: Hardline em português é para quem é 'burro'

A dublagem brasileira é tida como uma das melhores do mundo, isso não tem como negar. Porém, alguns trabalhos, principalmente na área de games, deixam a desejar. Só para citar um exemplo, podemos lembrar da cantora Pitty em Mortal Kombat X.
Em relação a esse assunto, ultimamente temos ouvido algumas reclamações sobre a voz de Roger Moreira, vocalista do Ultraje a Rigor, no game Battlefield: Hardline. Inclusive, o cantor se envolveu recentemente em discussões com os fãs da série por meio do Twitter.
Dublagem em PT
Respondendo a um jogador pelo microblog após ser questionado sobre "como estragar uma dublagem", Roger afirmou que prefere jogar a versão em inglês do game e completou dizendo "quem manda ser burro?", insinuando que quem não tem conhecimento do idioma é burro. 
Localizado, Battlefield: Hardline está disponível para PC, PlayStation 3, PlayStation 4, Xbox 360 e Xbox One. E aí? Dublado ou legendado? O que você achou da postura do artista? Não deixe de opinar.
FONTES
IMAGENS

Bloodborne tem taxa de frames instável e loading que chega a 45 segundos

 Os sortudos que já colocaram as mãos em Bloodborne ou assistiram às jogatinas na rede já perceberam algo logo de cara: além de morrer muito, você precisa ter paciência também para aguentar os tempos de carregamento e quedas bruscas na taxa de frames.
A Digital Foundry, que é a divisão técnica do site Eurogamer, decidiu tirar as provas definitivas do desempenho do game com uma série de análises. Será que a From Software acertou na taxa de fps? E será que ela ser relativamente estável significa necessariamente uma jogatina fluida?

Análise de taxa de frames

No vídeo abaixo, vemos os primeiros dez minutos de gameplay de Bloodborne analisados de um ponto de vista técnico, da chegada a Yarnham ao primeiro chefe. A barra horizontal mede os frames e quando mais estável ficar (ou seja, em linha reta e em uma posição alta), melhor. O clipe é quase inteiro sequencial: apenas tempos de recarga entre as mortes foram cortados para que o conteúdo fique mais dinâmico.
O game fica travado em uma média de 30 fps, o que já deve desapontar muita gente, mas já era esperado por muitas outras pessoas. Além disso, é comum que ela caia para 28 fps durante golpes ou busca por itens ao destruir caixas. Em determinado ponto, a taxa chega a 24 fps — valor extremamente baixo e preocupante, mesmo que isso aconteça muito rapidamente.
O grande problema está na taxa de atualização de frames, que é o gráfico menor do vídeo. Em certos momentos, ele varia até entre 16 ms (milissegundo ou um milésimo de segundo) e 66 ms. Isso significa que a sequência em que os frames são substituídos por outros não é estável, gerando a sensação de que há algo travando no ambiente. Essa percepção ocorre frequentemente quando dois frames são seguidos por duas cópias de si mesmos, em vez de um par original. Pode parecer pouco tempo, mas essa diferença brusca faz com que o game não rode de forma suave, lisa, polida.
A alta quantidade de elementos na tela às vezes faz o desempenho cair. Exemplos incluem quando você chega em uma nova área (um carregamento brusco que dura uma fração de segundo) ou faz alguns movimentos que "pegam a engine desprevenida", segundo o Digital Foundry.

Carregamento de tela

Com o número de mortes em Bloodborne sendo tão alto quanto nos games anteriores da desenvolvedora, o jogador vai se acostumar a ver a tela de carregamento enquanto o próprio respawn acontece. O problema? Ela pode ser longa demais — e olha que estamos falando dos primeiros mapas do título.
Atualização
O caso mais grave é o ressurgimento no mapa Central Yarnham: utilizando um disco rígido tradicional de 500 GB no PS4, você leva 44,4 segundos para voltar à vida e deixar de encaar a tela de loading. Certas transições para outros cenários também levam uma alta quantidade de segundos — e pense que você provavelmente vai repetir essas ações várias e várias vezes por conta das mortes.
Ao substituir o armazenamento por um SSD da SanDisk de 480 GB, nota-se uma melhora significativa na recarga: o que antes levava quase 45 s agora "só" leva 31,1 s. Ainda assim, não é algo a ser elogiado: ninguém deve ser obrigado a trocar a memória interna de um PS4 pelo SSD só para esperar menos em um game.

Calma, há o que se elogiar

Esse é com certeza o game mais cheio de detalhes visuais da From Software. As texturas da cidade são muito bem trabalhadas (as pedras do piso parecem realmente soltas na terra, por exemplo), o cenário do horizonte é impressionante e detalhado e a quantidade de objetos a serem destruídos é a maior da série Souls. O quanto as instabilidades interferem? Aguarda a nossa análise para saber.
A Sony e a From Software já avisaram que um patch adicional que melhora o desempenho do game será lançado em breve, o que pode acabar com esses problemas (ou, ao menos, diminuir o tempo de espera). Vale lembrar que a atualização de 3 GB que adiciona o modo online também melhora a performance e é tida como obrigatória.
Ainda não conferiu o superespecial do BJ sobre Bloodborne? Clique aqui e entre de cabeça nesse universo.
Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

ZGB Start: Dia de Tomb Raider e com nova gameplay !

Análise de Cave Coaster

ZGB Start: Cadê o anúncio? Imagem inédita praticamente confirma novidade de Red Dead